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GERAÇÃO FAST FOOD
A verdade escondida num hambúrger
Baseado no best-seller do New York Times "Fast Food Nation", o novo filme de Richard Linklater Geração Fast Food segue a vida do “The Big One”, o mais recente hambúrguer da cadeia de fast food Mickey's, que se torna no produto mais bem sucedido de sempre.
Desde a sua criação até ao momento em que é vendido, a história de um simples hambúrguer cruza-se com a de uma série de pessoas que, quando percebem de que é feito e o que está por trás do “The Big One”, decidem impedir que a América se torne numa nação Fast Food.
Este filme pretende desmistificar todo o processo que está por detrás de uma cadeia de fast food como a que é descrita na história, revelando factos escondidos da indústria da comida rápida. Designadamente, tenta mostrar, no matadouro, de onde vem a carne e perceber por que razão os testes feitos aos hambúrgueres da empresa acusam uma tal quantidade de resíduos fecais ("there’s shit in the meat").
Além disso, com este filme, o realizador tenciona desenhar um quadro mais geral e o modo como os seus vários fios se interrelacionam, incluindo as pequenas (ou grandes) corrupções e a exploração de mão de obra ilegal. Pois, aparentemente, o centro de produção do hambúrguer “The Big One” é imaculado e credível, mas esconde um mundo obscuro, nomeadamente no mau tratamento dado aos animais, e aos trabalhadores, alguns deles imigrantes ilegais, vindos do México.
É um género de filme-denúncia que questiona as péssimas condições de trabalho e do produto disponibilizado pela indústria da carne, mostrando os procedimentos do abate e separação das partes do gado.
A partir daí, pode depreender-se que é uma história com um forte cariz político e que toca uma questão cada vez mais importante, não só na América, mas em todo o mundo ocidental: a alimentação.
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EXPOSIÇÃO
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A CASA COM OS OLHOS DA CIÊNCIA
Um olhar sobre os mais novos
Como poupar água na casa de banho? Como se recicla e se reutilizam os objectos? Como funcionar um relógio sendo as pilhas um limão? O que há de ciência num objecto tão comum como uma cadeira? Estas são algumas das muitas perguntas que a exposição “A casa com os olhos da ciência”, permanente no Centro de Ciência Vida da Amadora (CCVA) expõe, permitindo às crianças e aos jovens explorarem as principais divisões de uma casa, tais como, a cozinha, casa-de-banho, sala e quarto. Em cada uma dessas divisões, representadas por um módulo (cubo gigante), sendo o seu interior em ponto pequeno com “janelas” interactivas e a três dimensões, os visitantes são convidados a aceder às várias animações disponíveis que descrevem as transformações que os objectos sofreram ao longo dos tempos, até aos nossos dias.
Como por exemplo, na cozinha: frigorífico, placa vitrocerâmica, máquina de lavar a roupa, micro-ondas e garrafa térmica; na casa de banho: espelho, bidé, lavatório, banheira e sanita; na sala: rádio, telefone, televisão e cadeira; e no quarto: computador, relógio, lâmpada e colchão.
Além dessas actividades, os participantes têm ainda a possibilidade de realizar um Peddy Paper com os assuntos abordados durante a exposição (por exemplo: uma tabela com o número de água que se gasta) e várias actividades experimentais, intitulada “Faça você mesmo!”: um bolo num copo de café, ou até fazer flutuar a água.
Tudo isto, torna esta exposição um espaço interactivo, particularmente atractivo para os mais novos, onde os seus sentidos são postos à prova.
Para ver de terça-feira a Sábado, das 10h às 13 h e das 14h às 18h, no CCVA, na Rua Gonçalves Ramos, Amadora.
Entrada: > 3 anos.
Preços: 1€ (3-6 anos);
1,50€ (7-17, > 65 anos);
2€ (Estudantes c/ Cartão Jovem);
3€ (> 18 anos).
Para mais informações:
http://amadora.cienciaviva.pt/home/exposicoes, ou 214911313.
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